terça-feira, 23 de setembro de 2014

Senhor dos Aneis - Card Game - Unboxing e Curta Análise.



Para quem não sabe, se bem que a noticia já é velha, a galápagos jogos lançou final de 2013 o Senhor dos Anéis - Card Game. É um jogo de cartas cooperativo e bem legal, para 1 ou 2 pessoas, podendo jogar até 4 pessoas se você adquirir duas caixas básicas.
Primeiro quero deixar aqui meus parabéns para a galápagos jogos que ultimamente tem trazido para o mercado nacional vários board games de sucesso internacional, eu que sempre fui fã e andava meio desacreditado de ver este meu hobbie voltar a fazer parte do cotidiano, agora tenho uma esperança bem maior. O lado ruim é que estou gastando uma nota com esses jogos, como por exemplo o zombicide que terminei comprando as 2 caixas básicas e expansão que também é distribuido aqui no Brasil pela galápagos jogos.


Manual do Jogo!

Já o Senhor dos Anéis - Card Game eu conhecia a versão americana mas nunca tive o desejo ou interesse de comprar. Porem nas leituras cotidianas que faço pelos forums sobre o tema na internet, vi boas recomendações do jogo por parte de muitos jogadores e como eu não possuía nenhum jogo cooperativo de cartas resolvi apostar.
Comprei pelo site da galápagos, o produto foi enviado rapidamente, porem demorou uma eternidade para chegar em minha casa graças aos correios que praticamente extraviou o produto (olha que paguei sedex), mas depois de algumas reclamações com os correios e também com o sac da galápagos (ponto aqui para a atenção que tiveram comigo para tentar resolver o problema, se propondo inclusive a mandar outro jogo se o correio não resolvesse o problema de forma rapida), acabou chegando a caixa aqui e em ótimo estado (ufa!!)
Abaixo está o vídeo que coloquei no youtube com o unboxing da caixa:




Como comprei o jogo a pouco tempo, ainda não tive a oportunidade de jogar com algum amigo, até porque as regras são cheias de detalhes, você tem que dedicar algum tempo para que seu parceiro consiga entender completamente a mecânica do jogo e não é todo mundo que tem essa paciência. Mas fiz várias partidas solo e posso dizer que o jogo é muito bom, mas igualmente difícil, o que exige realmente que você pare e pense bastante para montar decks direcionados para cada tipo de aventura. 
Mas acredito que o jogo fica menos complicado se jogar em cooperação com algum amigo. Percebi que o manual do jogo é um pouco confuso também, apesar de bem ilustrado a dinâmica que ele usa para passar as regras poderia ser mais enxuta e direta, então a dica que posso dar aqui é assistir ao Jack Explicador que fez recentemente um video com o setup do jogo na mesa e com a apresentação de uma partida solo para exemplificar como o jogo funciona. Foi através dele que descobri que fazia por sinal algumas jogadas erradas in game. Segue o link do primeiro video dele abaixo:




Vamos falar agora da qualidade do material. Eu que tive contato com a versão americana posso dizer que a versão da galápagos está perfeita, quase imperceptível se é que existe alguma diferença se comparado com o modelo vendido nos estados unidos. Aliás minto, achei que as cartas brasileiras tem até mais brilho que a americana, o que termina sendo até um ponto positivo na comparação. O manual e tokens também estão bem impressos e resistentes, como é de costume em jogos da fantasy flight.


Cartas com uma qualidade impressionante

Mas tenho uma reclamação. Eu senti falta de uma caixa preparada para guardar as cartas e tokens. Se você não providenciar uma caixinha ou plastico para guardar as cartas, vai ter que deixa-las soltas dentro caixa, o que provoca uma bagunça enorme, perda de tempo toda vez arrumando-as para uma nova jogatina, fora que corre o risco de danificar as cartas no transporte. Falo isso pois o jogo de cartas também cooperativo chamado pathfinder fez uma caixa pensada nisso, e faz até mais, deixa espaço para guardar as aquisições de futuras expansões, coisa que a caixa tanto brasileira, como americana do senhor dos anéis card game não pensou em fazer.

Um ótimo LCG!

Vamos agora falar do jogo. Ele se resume em coletar recursos, descer cartas na mesa, explorar e matar monstros afim de cumprir a missão antes que o contador de ameaça alcance a marca de 50. Antes disso você deve escolher seus heróis e montar seu deck ou já utilizar um deck pronto. Cada deck tem uma esfera especifica, elas são: Liderança, Espírito, Conhecimento e Tática. E o jogo fica realmente interessante quando começamos a misturar cartas dessas esferas em um único deck, possibilitando combos fortes, mas tome cuidado porque misturar esferas faz com que o ato de descer cartas na mesa se torne mais complicado, já que os recursos coletados a cada turno pelos heróis representantes das esferas só permite que utilizem esses recursos para descer cartas das esferas correspondentes. Parece complicado não é? Mas basta 2 ou 3 jogos para você sacar a rotina de turnos do jogo e começar a traçar estrategias para sair vitorioso. 


Gandalf é uma das cartas mais desejadas do jogo!

E já que falamos de expansão mais acima, fica aqui um outro ponto positivo para a galápagos jogos (Parece até que estou ganhando algo com isso haha) que já lançou 4 expansões para o jogo no Brasil, e já tem previsão de lançar todas elas até o final do ano, o que vai totalizar em 6 expansões para deixar seu jogo ainda mais longo, cheio de alternativas de montagem de deck e com um fator replay considerável. As expansões vem com mais missões, localidades, monstros, heróis e aliados, se você realmente gostou do jogo, não tenha medo achando que as expansões são apenas mais um caça níquel, pois vale cada centavo investir nelas.


Expansões tornam o jogo ainda melhor!

O jogo está saindo por R$ 159,90 diretamente no site da galápagos, mas uma dica que posso dar é pesquisar em sites de revendedores como a livraria cultura, que volta e meia coloca os jogos com alguma promoção, por exemplo já vi o mesmo box sendo vendido lá por R$ 140,00. Já a expansões estão saindo por R$ 39,90, preço salgado principalmente se compararmos com o box básico, mas infelizmente estamos no Brasil e não duvido que mais de 50% deste valor seja de impostos...


Ilustrações maneiras!
Offtopic - O assunto aqui não  tem haver com o jogo Senhor dos Aneis Card Game, mas descobri hoje que pathfinder card game, está sendo trazido pela devir para o Brasil até o final do ano. O pathfinder é considerado um concorrente do Senhor dos Aneis LCG, mas eu não vejo por esse lado, já que no Pathfinder tem mecanicas a mais como evolução de personagem, uso de dados e narrativa mais aprofundada. Por sinal prometo fazer um unboxing e comentar também sobre o jogo. Nos vemos por aqui!



sábado, 15 de março de 2014

Undercroft - IOS - Análise

Podemos sim ter jogos de qualidade acima da média em um celular. Eu já provei isso mostrando para vocês aqui no blog sobre o The Quest e o New Star Soccer. Trago hoje para vocês outro jogo sensacional, tudo bem que não é nenhum lançamento, mas e isso importa? Aposto que muita gente não conhece e se não conhece não sabe o que esta perdendo. Apresento-lhes UNDERCROFT!



Undecroft é um jogo para iphone e ipod. Estilo dungeon master, com gráficos bem legais e muito humor. É um jogo bastante difícil, mas bem gratificante, é um prazer enorme quando vamos descobrindo os pluzzes e matando os monstros até entrar no próximo mapa. O game é gratuito (acredite, existem ainda jogos de qualidade e gratuitos na apple store) e sem propaganda.


Os famosos baús!

As aranhas e seu perigoso veneno.

Uma fonte pode ser uma passagem ou apenas uma forma de se refrescar no jogo.

A primeira etapa do jogo é montar o seu time, mais uma vez percebemos como o jogo é uma homenagem contemporânea ao saudoso dungeon master. Podemos escolher personagens do sexo femino e masculino e montar um grupo de até 4 aventureiros. As classes são 5, temos o  warrior, summoner, assassin, priest e mage. Como sempre temos que equilibrar o time, montar um grupo com apenas warriors ou mages pode prejudicar e muito a diversão. No meu caso, finalizei com um warrior para servir de tanque, um summoner que foi uma grande descoberta já que ele summona esqueletos e golens para lutar a favor do grupo, escolhi também um priest para curar o grupo nos momentos críticos e o mage que é a melhor arma para eliminar rapidamente os monstros com suas magias de fogo, gelo e raio.

Se tem mortos vivos, tem que ter um cemitério.

Walking Dead

Calabouços infestados de esqueletos


Depois disso iniciamos a exploração. O jogo começa de uma forma legal e bem humorada, em uma conversa com o taverneiro da cidade local, seu grupo faz uma aposta que poderá fazer um grande feito e realizar uma aventura perigosa bem como nos contos comuns, porem depois de tanto beber seu grupo é preso após atacar uma senhora na cidade, achando que a mesma fosse orcs! (o que a cachaça não faz?) hehe.
Com isso afugentou as galinhas da senhora e a guarda da cidade decide te dar uma chance de corrigir o erro, encontrando de novo as galinhas e com isso ganhando passagem para fora da cidade e assim cumprir a aposta feita na taverna.
A ideia dos aventureiros acontece exatamente quando o reino mais precisa, já que um lich estava com um culto secreto afim de invocar uma entidade que pode dominar todo o mundo.





Undercoft tem uma quantidade enorme de monstros, apesar que o jogo te faz enfrentar tantas vezes uma mesma criatura que termina tornando o combate repetitivo, mas o desenrolar da trama é tão legal, que mesmo assim continuamos grudados no celular para saber o que vai acontecer após abrir aquela porta que precisava de uma chave escondida ou ajudar aquele cidadão no meio da floresta. Outra coisa legal do Undercroft é a quantidade absurda de itens, temos itens de todo tipo e itens mágicos também. O efeito recompensa do jogo é muito legal, explorar toda uma dungeon com certeza vai fazer você encontrar um item legal, fora que se não for legal, você pode vender na cidade depois e conseguir dinheiro para comprar algo que realmente te interesse.





Undercoft é um jogo longo, que vai fazer você empacar muitas vezes devido a dificuldade dos seus pluzzes e encontros com monstros. Mas vale muito a pena, eu usei o feriado de carnaval para me concentrar no jogo e tentar finalizar e conseguir. Estou indicando como mais uma grande descoberta dentro de uma apple store cheia de tosqueira e jogos que fazem de tudo para levar todo o seu dinheiro. Esse não, é de graça e muito bem concebido! Aproveitem!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Eu e o RPG nos dias de hoje...



Eu tinha 12 anos quando ouvi pela primeira vez falar em RPG. Era precisamente o ano de 1995, estávamos em uma roda de bate papo no colégio, enquanto não começava a aula. Meus colegas João e Orestes comentaram a respeito e logo fiquei curioso. Orestes tinha o Hero Quest e João o Dragon Quest, ambos jogos de rpg introdutório, concorrentes, um fabricado pela ESTRELA e o outro pela GROW. Aquela ideia maluca de interpretar um personagem e viver aventuras em um mundo de fantasia medieval não fazia sentido inicialmente. Mas assim que eles foram me explicando detalhes do jogo fui percebendo realmente o potencial de diversão do RPG.

Dragon Quest - Distribuido pela GROW no Brasil

O Hero Quest e o Dragon Quest passou a ser o motivo de nossas reuniões nos finais de semana, mesa lotada de salgadinhos, coca-cola e as duas caixas que de tanto jogar já estavam aparentemente bem desgastadas. Mais tarde terminei comprando o Dragon Quest de João, um dos dias mais marcantes, afinal agora eu não seria mais o jogador e sim o controlador da dungeon! Tempo foi passando, perdi o contato com eles, cheguei a jogar com outros amigos, mas de repente estava lá o Dragon Quest em cima do armário servindo como deposito de poeira. Até que um dia de loucura, fiz uma grande besteira e troquei o Dragon Quest por 5 fitas do super nintendo.

Hero Quest, distribuído no Brasil pela Estrela

Depois de me afastar totalmente, passei a apreciar o RPG eletrônico. Que tem se fortalecido ano após ano. Hoje é comum ver jogos com elementos de RPG ou jogos realmente classificados como RPG. Skyrim por exemplo é uma amostra de como um jogo pode alcançar patamares de qualidade que ultrapassam nosso imaginário. Mas uma coisa é certa, nenhum desses jogos conseguem passar um elemento presente na mesa de RPG, que é a roda de amigos. E nem adianta mencionar os MMORPGs, a interação social deles é fria, nesses jogos a amizade fica de escanteio e encontramos mesmo são os jogadores que querem acabar com a diversão dos outros, por isso que tem sido uma ramificação de jogo tão decadente. O bom mesmo é ver o real sentido de cooperação, um grupo de amigos tentando bolar estrategias para vencer os perigos do jogo e os desafios propostos pelo mestre.

Mesa de Hero Quest Montada (nostalgia!)

Ano passado resolvi voltar com uma mesa de jogo, agora com 30 anos, com menos tempo é verdade, mas o entusiasmo do prazer de jogar um game de mesa é maior. Chamei 3 amigos de infância também, nos jogamos muito na epoca de moleque e a ideia de voltar foi celebrada! afinal todos eles adoram uma boa partida de RPG.
Mas ai surgiu a primeiro pergunta. Qual sistema jogar? Pensei até em adquirir um Dragon Quest ou Hero Quest mas ambos não são mais fabricados e copias usadas são tratadas como relíquia, algumas saindo por mais de R$ 1000,00 em sites como mercado livre e E-bay. Fora que na nossa idade precisávamos de algo mais maduro e adulto. Resolvi então pesquisar, primeiro vi boas recomendações de um sistema brasileiro chamado Old Dragon, comprei os livros e aventuras e o resultado na mesa de jogo foi bem legal, mas uma coisa que aprendi a curtir no RPG são suas miniaturas, dungeons e ambientes e a melhor escolha seria partir para o RPG mais famoso do mundo: Dungeons & Dragons!!!!

Principal Livro do Dungeons & Dragons

Livro que ajuda e da dicas ao mestre da partida

Livro com ficha dos monstros do jogo

Mas como nem tudo são flores, tive dificuldade de achar todos os livros básicos em português. A Devir que é a distribuidora oficial da Wizard of the Coast no Brasil parece ter chutado o pau da barraca e não faz a minima força para lançar novos materiais traduzidos, fora que os produtos já lançados e da coleção básica estão esgotados nos revendedores e tudo que a Devir se limita a dizer em resposta por e-mail é que não tem previsão de imprimir uma nova remessa dos livros em questão. Livros como o de Monstros e o de Mestre são relíquias hoje em dia. Consegui comprar em uma loja pela internet as ultimas unidades, por sinal desafio alguém a encontrar esses livros novos e em português para vender nesse meu Brasil.

Nossa galera em uma partida de Old Dragon

Mais Old Dragon usando mapa do RPGQuest


Pois bem, fizemos a transição do Old Dragon para o Dungeons & Dragons e percebemos mudanças fortes no esquema de jogo, primeiro que as batalhas sem as miniaturas ficam realmente complicadas, segundo que era necessário desenhar em um grid o mapa até para ajudar na estrategia e foi ai que resolvemos passar nossa mesa de RPG para outro nível. Para isso precisávamos de Dungeon Tiles e mais Miniaturas, afinal um herói de chumbinho enfrentando um dragão em formato de token não tem a mesma graça, nada melhor do que em um encontro com um dragão, puxarmos da caixa uma miniatura bem acabada do mesmo. O impacto na mesa é outro e nos personagens também.
O problema é que tanto as miniaturas como os dungeon tiles são produtos que só encontramos no Brasil importando e ai meu amigo, nesse país da corrupção e de altos impostos, principalmente em produtos importados, somos obrigados a gastar mais do que o normal.

 
Minha ultima aquisição, o master set The City

Dentro da caixa vem vários tiles para montar cidades

Material de alta qualidade

Minha tática para adquirir esses acessórios foi o seguinte, fiz uma viagem ano passado para Orlando na Florida, lá encontrei uma loja legal de RPG chamada Sci-Fi City, comprei muitos mapas, porem não encontrei as tiles, estas tive que comprar usando o mercado livre e sites que importam. Uma boa alternativa é a Livraria Cultura, ela importa esses tiles da própria wizard of the coast, o preço não é uma maravilha, mas hobbie é assim mesmo. Nunca vi um hobbie que seja barato nessa vida.
Miniaturas também são importadas e normalmente muito caras, mas ai existe 2 alternativas. A primeira e mais barata é comprar as miniaturas da Old Dragon, que melhor falando são miniaturas fabricadas por um brasileiro que por sinal tem um site bem legal onde só vende isso, chamado Kimeron Miniaturas. O ruim é que o preço também é salgado, mas o material é bem legal. Tem inclusive Dungeons em 3D que até pensei em usar, mas para guardar essa tranqueira toda tem que ter muito espaço, coisa que eu atualmente não disponho.
O site para as miniaturas da Old Dragon é o: http://redboxeditora.com.br/loja/br/9-categories/miniaturas/
O site da Kimeron Miniaturas é o: http://www.kimeronminiaturas.com.br/


Miniaturas da Old Dragon

Muita qualidade!

Miniaturas em um Grid também vendido pela Old Dragon

A segunda é adquirir as edições da Dungeons and Dragons Board Game System, desde 2010 que a wizard vem lançando jogos de tabuleiros do D&D. Até agora foram lançados 3 caixas e cada uma delas traz tiles que podem ser aproveitadas nas partidas de RPG e miniaturas oficiais, por falar em miniaturas, cada uma mais bem acabada que a outra, um verdadeiro show, são mais de 30 delas em escalas condizentes com os monstros.



Legend of Drizzt - O terceiro game da serie.

Castle Ravenloft e Wrath of  Ashardalon


Cada caixa dessa sai importada por volta de R$ 285,00. Eu acredito que vale muito a pena até porque se você não quiser jogar um RPG e quer jogar algo mais rápido e que seja igualmente divertido, pode jogar o Board Game que é cooperativo (Isso mesmo, todo mundo ganha ou todo mundo perde) por sinal pretendo fazer uma analise de cada um em posts separados em breve.
Atualmente considero que tenho material suficiente para gerir uma mesa de D&D da melhor forma possível, apesar de que o que faz o jogo funcionar são os jogadores e o mestre, mas acredito que esses acessórios são legais para melhorar a mecânica e estrategia dos jogadores na mesa.










E foi descobrindo o Board Game do Dungeons & Dragons que descobri que a moda por jogos de tabuleiros está voltando. (Para a alegria dos mais velhos!) Jogos como este acima já são sucesso de vendas, a wizard of the coast também lançou um war game com miniaturas pintadas a mão chamado Dungeon Command que eu pretendo falar também sobre eles no futuro aqui no blog. Outro jogo que está provando que os board games estão voltando com tudo é o Zombicide, jogo de tabuleiro cooperativo que foi um sucesso de arrecadação no kick start e que tem muitos elementos de RPG. Apesar de Board Game não ser um RPG, os dois andam bem próximos e o fortalecimento do board game no Brasil e no mundo pode fazer com que tenhamos novidades em breve, pois não tem nada melhor do que reunir os amigos para uma boa jogatina ao redor da mesa! E não esqueçam dos salgadinhos e da coca-cola!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

NZXT SENTRY 2 - Controlador de FAN


Sabe aquele item que deveria fazer parte de todo computador de alto desempenho, mas pouco se vê em uso nos mesmos? Exato, estamos falando do controlador de fan! Ao longo do tempo da minha vida de pc gamer duas coisas que eu aprendi foram: Todo PC para jogos deve ser bem refrigerado e segundo que não adianta encher o gabinete de coolers se não souber trabalhar a entrada e a saída de ar do gabinete. Agora eu poderia incluir o terceiro aprendizado, que é ter um controlador de fan, pois ajuda a monitorar a temperatura, potencia dos coolers e ajuda também na arrumação dos cabos no interior do PC.
O sentry 2 é sem dúvida o melhor custo beneficio do mercado quando o assunto é controlador de coolers, além de cumprir o que promete, ele também tem um visual arrojado e deixa seu  gabinete ainda mais bonito.


Todos os cabos de alimentação dos coolers se alimentam direto no controlador, que por sua vez tem um cabo único de alimentação na fonte. Outro detalhe interessante é que o controlador aceita os coolers de 3 e 4 pinos, poupando o usuário de adaptadores ou compra de coolers específicos.


Outro ponto forte do controlador Sentry 2 é que ele vem com 5 medidores de temperatura, assim você pode espalhar pelos componentes, como processador, memoria, hd e assim ter a temperatura exata de cada um. Fora que pode programar a potencia de  ventilação de acordo a determinada temperatura atingida. Os coolers ficarão em força máxima quando o gabinete estiver fervendo enquanto joga ou em potencia minima enquanto apenas acessa a internet ou faz seus trabalhos de faculdade, tudo isso com poucos toque na sua tela.



Toques na tela? isso mesmo, o Sentry 2 é todo operado por touch screen e adianto que não é aquele touch screen vagabundo que vemos por ai não. A resposta do toque é bem legal, fora que no escuro a beleza do painel se torna um show a parte!



Pouco se tem para falar do NZXT Sentry 2. Podemos dizer que é o tipo do produto que promete, faz e custa muito pouco comparado a sua real utilidade. Pode ser encontrado na internet ou lojas de informatica por menos de R$ 180,00. Com todos esses pontos positivos a única coisa que posso fazer é recomendar para todos aqueles que querem de alguma forma melhorar a ventilação do pc, controlar temperaturas e deixar seu gabinete muito mais bonito.


Fica aqui um elogio para NZXT a fabricante que conseguiu colocar no mercado um produto diferenciado e de extrema qualidade. Coisa difícil no mercado de informatica hoje em dia.


Para finalizar vamos a velha comparação Brasil x Resto do Mundo, este controlador custa lá fora apenas 29 dólares  Se eu considero o sentry 2 barato aqui em terras tupiniquins, imagine lá fora. Mas esta é a nossa realidade, pagar 6 vezes mais que os gringos e o pior é saber que 70% desse valor são impostos que nunca são revertidos para a sociedade. Mas encerro por aqui, fica chato reclamar da mesma coisa sempre, ainda mais quando no fundo sabemos que com a atual politicagem brasileira, a tendencia disso tudo é só piorar.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Raidmax Cobra - Análise



Vamos lá, eu estava empolgado com o gabinete Raidmax Cobra, tudo que eu tinha lido a respeito fazia dele o gabinete ideal. Mas quando ele chegou e coloquei a mão na massa percebi que eu estava bem enganado. Calma, ele é um ótimo gabinete e continua sendo um bom custo beneficio ao lado do meu antigo Blue Eye, o problema do Cobra é dizer que faz e na hora de cumprir percebemos os erros graves de projeto. Vou explicar por etapas:

  1. O cable manager dele funciona, mas existe erros cruéis  primeiro que ele não dá um espaço para passar o cabo de energia do processador no canto superior esquerdo da placa mãe, o resultado é que mesmo passando o cabo por trás, ainda sim tem que entrar pela direita e passar por cima do cooler do processador. Eu fiquei puto e esqueci o cable manage desse cabo e passei da forma convencional, apenas colocando no cantinho como mostra a imagem 01.
  2. Outro erro grave de projeto, na parte inferior do gabinete existe o lugar da fonte de energia e um espaço para colocar um cooler adicional. Comprei um cooler de 120mm e coloquei, o problema é que na hora de colocar os cabos de energia da fonte percebi que eu tinha que escolher entre o cooler ou os cabos (já sabem o que eu escolhi não é?) Terminei que coloquei de forma torta o cooler (imagem 02) só para não ter que retirar o danado. Custava a raidmax colocar um espaço maior entre o cooler e a fonte???
  3. O cable manage do gabinete de certa forma funciona, mas aqui encontrei outro problema, os cabos de energia da minha fonte (seventeam 750w) são até longos mas para o cable manage do gabinete terminou que ficaram curtos, eles terminavam encaixando no limite. Acredito que este foi um dos motivos para ter acontecido mais um problema, após fechar a maquina e ligar, a cpu ligava, cooler do processador e fonte também, porem eu não tinha vídeo e alguns segundos depois ela desligava e ligava reiniciando todo o processo novamente. Não era temperatura pois medi e estavam normais, acredito que foi um curto ou algum cabo que por estar encaixado no limite não dava corrente suficiente.
Resumindo? Retirei a maioria dos cabos colocados por trás da CPU e coloquei do jeito convencional e bingo, o pc voltou a ligar normalmente. Vamos ver até quando...

No geral minha mesa ficou mais bonita com o raidmax cobra, mas os problemas de projeto do gabinete fizeram eu ficar bem puto com a marca e o sonhado cable manager foi para o ralo...


Imagem 01

Imagem 02

Imagem 03

Imagem 04

Imagem 05